" Ainda hoje não percebo mas também não é certo que algum dia vá perceber aquilo que existiu entre nós. Disseste que nunca irias e no entando vi-te partir mas também não soube ir atrás ou pedir-te que ficasses, simplesmente deixei-te ir. Sempre me disseram que o orgulho faz-nos tomar decisões erradas, mas quem sabe não. Foste e com a tua ida acabaste com todas as nossas promessas e as nossas cumplicidades, a nossa confiança e carinho retribuidos. (...) Obrigaste-me a aprender a ser eu novamente, quando eu pensei que sem ti não me era, obrigaste-me a apagar-te dos meus sonhos, memórias, recordações e palavras que ias dizendo para me manter perto de ti, mentiras traiçoeiras as tuas, obrigaste-me a morrer e a fazer um novo eu para poder sorrir, a procurar a diferença de não te ter perto de mim e a largar essa dependencia que me viciou em ti, obrigaste-me a procurar outro alimento que não aquele que me bastava, tu. Nunca o aceitei nem tão pouco quis aprender, hoje odeio-te por não seres quem idealizavas ser, odeio-te porque me idealizaste quase tão igual a ti, odeio-te porque te sou e somos tão iguais quanto diferentes, odeio-te porque não resultou e mesmo assim aconteceu. Comecei a odiar-te porque me fazes passar por fraca quando realmente nunca o fui, odeio-te porque me culpas e foges ás responsabilidades. Odeio-te porque te aprendi a amar como nunca ninguém te amou, odeio-te porque dizias que sim e nunca acreditaste em mim. (...) "
Autor: Desconhecido
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