Eu sempre soube que voltavas. Sempre soube que seria tarde mas nunca me passou pela cabeça que me pudesse custar tanto. Que me fizesse tremer. Que me provocasse dores na alma e um aperto no coração.
Dei por mim tantas vezes, agarrada a memorias tuas, e a coisas que ainda guardo e são nossas. Jurei tanto e a tanta gente que não voltaria a sofrer, que não voltaria a ouvir-te. Porque não queria, porque estava magoada. Magoada por ter errado e por ter permitido que errasses. Magoada porque sabia, bem lá no fundo, que acreditas em mim, apenas não querias ver isso. Magoada porque continuava aqui, enquanto te deitavas com outras para tirares o meu cheiro da tua pele.
Tens razão, eu sou mesmo muito forte, mais do que tu. Apesar de só agora veres e assumires isso, eu sempre soube – mesmo quando me fizeste sentir o contrario. Tu dependes de muitas opiniões, de muitas vozes; dependes do tempo e dependes da falta dele; dependes de mim e eu dependia de ti.
Este é o típico pensamento que se pode ter, depois de alguém admitir que estava errado quando decidiu fechar-nos a porta e fugir. Mas não há nada de surpreendente, porque vivemos e sentimos todos as mesmas coisas – ainda que de maneiras diferentes.
Dei por mim tantas vezes, agarrada a memorias tuas, e a coisas que ainda guardo e são nossas. Jurei tanto e a tanta gente que não voltaria a sofrer, que não voltaria a ouvir-te. Porque não queria, porque estava magoada. Magoada por ter errado e por ter permitido que errasses. Magoada porque sabia, bem lá no fundo, que acreditas em mim, apenas não querias ver isso. Magoada porque continuava aqui, enquanto te deitavas com outras para tirares o meu cheiro da tua pele.
Tens razão, eu sou mesmo muito forte, mais do que tu. Apesar de só agora veres e assumires isso, eu sempre soube – mesmo quando me fizeste sentir o contrario. Tu dependes de muitas opiniões, de muitas vozes; dependes do tempo e dependes da falta dele; dependes de mim e eu dependia de ti.
Este é o típico pensamento que se pode ter, depois de alguém admitir que estava errado quando decidiu fechar-nos a porta e fugir. Mas não há nada de surpreendente, porque vivemos e sentimos todos as mesmas coisas – ainda que de maneiras diferentes.
Queria tanto que o tivesses feito mais cedo. Esperei todos os dias encontrar-te a porta da minha casa, ou á minha espera na paragem. Mas só te vi passar. Esperei todos os dias por uma mensagem tua, por um sinal de que ainda existia o nosso amor. Ouvi vezes sem conta as nossas musicas, e adormeci muitas noites a olhar para as nossas fotografias. Para quê? Para vires agora dizer que tens saudades, e que continuo a ser muito mais tua do que de qualquer outra pessoa que tenha entrado ou q esteja pra entrar na minha vida.
Com que direito se deita fora um coração se a seguir se mexe no lixo todo na esperança de o recuperar?

Admiro-me de como ainda hoje consigo ficar surpreendido com a nossa amizade. Com a parecença das nossas vidas, e com as situações pelas quais passamos das quais podermos tirar conclusões a aprender-mos juntos.
ResponderEliminarQuero que saibas que tens muito mais valor do que aquele que pensas ter, e tens aqui um amigo que nunca te vai falhar!
Amo-te, minha best, Patrícia Carmo.
Tens um blog brutal!
ResponderEliminarVisita o meu;) http://thenunoshow.blogspot.com
e mete gosto em http://www.facebook.com/pages/The-Nuno-Show/166615020042906